Descobre a falha pelo usuário
O sistema cai, o telefone toca, e só então a TI começa a investigar.
Transformamos sinais técnicos dispersos em visibilidade operacional: detecção de degradações, riscos e falhas, com processo de resposta e indicadores. Você contrata visibilidade, não uma ferramenta.
Se você se reconhece em pelo menos dois pontos abaixo, falta visibilidade operacional, não mais uma ferramenta.
O sistema cai, o telefone toca, e só então a TI começa a investigar.
Cada ferramenta mostra um pedaço, e ninguém enxerga o serviço de ponta a ponta.
O volume de alertas é tanto que os importantes se perdem no ruído.
Disco enchendo, link saturado, banco lento. O problema só aparece quando vira parada.
Compra-se ou migra-se sem saber quanto o ambiente realmente consome e cresce.
Em ambientes modernos e em containers, sem métricas, logs e traces não há como achar a causa.
Cada frente tem cobertura definida, alerta ajustado e indicador. O objetivo é detectar, não apenas coletar.
Servidores, virtualização, storage, rede e links: disponibilidade, uso e saúde dos ativos, com cobertura acompanhada.
Disponibilidade e desempenho dos serviços que sustentam o negócio, incluindo testes sintéticos do ponto de vista do usuário.
Tendência de consumo, previsão de saturação e recomendações antes que a falta de capacidade vire incidente.
Redução de ruído, correlação de eventos, dashboards e integração com o Service Desk para transformar alerta em atendimento.
Métricas, logs e traces de aplicações e containers, com correlação para achar a causa raiz de forma rápida.
O escopo e o SLA crescem de um nível para o outro. A troca de nível pode ser feita a qualquer momento.
Para ter a infraestrutura monitorada, com alertas configurados e tratados.
Monitoramento que enxerga o serviço, não só o servidor, com capacidade e resposta integradas.
Para ambientes modernos e críticos, com métricas, logs e traces correlacionados.
| Escopo | Essencial | Gerenciado | Avançado |
|---|---|---|---|
| Infraestrutura e rede | Sim | Sim | Sim |
| Aplicações, bancos e serviços críticos | — | Sim, com testes sintéticos | Sim, com traces |
| Capacidade e tendência | — | Sim | Sim |
| Correlação e redução de ruído | — | Sim | Entre camadas |
| Integração com Service Desk | — | Sim | Sim |
| Métricas, logs e traces | — | — | Sim |
| Alerta crítico fora do horário | — | Aviso ao cliente | Plantão sob contratação |
| Relatório | Trimestral | Mensal | Mensal + governança |
A coleta e a geração de alertas são contínuas nos três níveis. O tratamento pela equipe da Viper segue o horário de cada nível, conforme contrato.
Monitorar sem ajustar gera ruído, e ruído faz a equipe ignorar os alertas. Por isso calibramos o ambiente antes de assumir o tratamento.
Identificamos os serviços que sustentam o negócio, suas dependências e o que significa estar saudável para cada um.
Implantamos os coletores e agentes e cobrimos ativos, serviços e aplicações definidos no escopo.
Ajustamos limiares ao comportamento real do ambiente e reduzimos ruído antes de o SLA valer.
Montamos painéis para operação e gestão e integramos os alertas ao fluxo de atendimento.
O tratamento e o SLA passam a valer, e o primeiro relatório registra o estado inicial.
Metas e prazos de SLA são definidos em contrato, por severidade e por nível.
O onboarding tem valor fechado. A operação é uma mensalidade calculada pelo número de ativos e serviços monitorados e, no nível Avançado, pelas fontes de telemetria. Contrato mínimo de 12 meses, e o nível pode subir a qualquer momento.
A plataforma é um meio e varia conforme o ambiente. Operamos, entre outras: Zabbix, SigNoz, Datadog.
Esses itens são cotados à parte, sempre com aprovação prévia.
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